terça, 30 de setembro de 2014 - 10:48h

O Imperialismo no século XIX

O Imperialismo no século XIX


por: Adriana Jordão de Souza Bandeira

(graduanda em História/UFRJ - 2010)


O artigo apresenta um pequeno esboço do chamado novo Imperialismo no século XIX, devido ao seu caráter distinto dos antigos impérios da História. Seu objetivo é demonstrar alguns aspectos mais significativos da economia da época, pois baseia sua análise na tipologia empregada por Lênin para compreender as mudanças naquela sociedade que passava por um desenvolvimento vertiginoso no seu modo de produção capitalista. O esforço aqui empregado é de tentar compreender as articulações entre as práticas políticas e sociais das potências imperiais sob o pano de fundo de uma economia que estava em constante transformação nesse período, saindo de um Sistema Capitalista pensado em bases Liberais no início do Século XIX para transformar-se num Capitalismo Monopolista ao final desse. A expansão territorial, característica das potências imperiais, no período em questão reveste-se nesse viés economicista, pois, já não será possível desvincular política de economia.

 



Palavras-chave: Imperialismo; Capitalismo; Expansão Territorial.

Abstract: This article presents a brief essay of the so called new Imperialism in the XIX century, due to its distinct character in comparison with the ancient empires in History. The objective is to demonstrate some of the most meaningful aspects of the period''s economy, because the analysis is based in the typology used by Lenin to understand the changes in the period''s society that was passing through a development of a capitalist mode of production. The effort here emplied is to comprehend the articulations between political and social practices of the imperial powers in the context of an economy that was in constant transformation in the period, since a capitalist system on liberal bases of the early XIX century was leaving the scene for a Monopolistic Capitalism of the late XIX century. The territorial expansion, one of the characteristics of the imperials powers, in this period is part of the economical bias, for it can''t be disassociated economy and politics.

Keywords: Imperialism; Capitalism; Territorial Expansion.


Introdução

Este trabalho tem o objetivo de apresentar em aspectos gerais o tipo de Imperialismo que surge em meados do Século XIX. Procuro enfatizar os aspectos econômicos relacionados ao desenvolvimento de um modo de produção capitalista e suas transformações ao longo desse século, ou seja, a mudança de um modelo de Capitalismo Liberal para um Capitalismo Monopolista. Ao tratar as mudanças no cenário econômico como pano de fundo para as práticas Imperialista no século XIX - como exemplos, a repartição do mundo em zonas de influência direta ou indireta e/ou a colonização formal ou informal dessas áreas - a pesquisa vincula-se a tipologia empregada por Lênin para explicar o Imperialismo como uma fase superior do Capitalismo. Não obstante às inúmeras possibilidades de compreensão desse fenômeno chamado “Imperialismo” e suas interpretações possíveis, o trabalho pauta-se na economia por acreditar que esta não está desvinculada das práticas políticas, sociais e culturais. Não creio num determinismo puramente econômico, mas credito à explicação econômica uma possibilidade de interpretação mais radical, no sentido de ir às raízes de certos posicionamentos políticos, sociais etc. nesse período de expansão de forças produtivas voltadas para um modo de produção capitalista em plena ascensão e expansão monopolista.

 



“(...) Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!
Em fúria fora e dentro de mim,
Por todos os meus nervos dissecados fora,
Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto!
Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,
De vos ouvir demasiadamente de perto,
E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso
De expressão de todas as sensações,
Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas!
Em febre e olhando os motores como uma Natureza tropical –
Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força –
Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro,
Porque o presente é todo o passado todo o futuro (...)” (PESSOA, Fernando. O Eu profundo e os outros eus. Rio de Janeiro: Pocket Ouro, 2008, p. 288).


O Imperialismo no Século XIX

O Século XIX molda o que hoje conhecemos como Modernidade, ele dá as bases de uma nova sociedade alicerçada em modelos sociais, políticos, econômicos e culturais muito diversos dos seus “estágios” precedentes. Nesse século afirmam-se as transformações derivadas daquilo que o historiador Hobsbawn, em seu livro A Era dos Impérios (2009:24), chama de a “dupla revolução”: a Revolução Industrial que ocorreu na Grã-Bretanha e estabeleceu um sistema produtivo com capacidade ilimitada, promovendo um crescimento econômico extraordinário e a penetração dessa economia em escala mundial; e a Revolução Política Franco-Americana que estabeleceu modelos dominantes de Instituições Públicas da sociedade burguesa em ascensão e, simultaneamente, emergem os sistemas teóricos característicos de uma economia capitalista em florescimento na primeira metade do Século XIX. Apoiada nos moldes de uma economia política clássica e numa filosofia utilitarista, a conquista audaciosa do planeta por essa economia capitalista é posta em prática pelo grupo social que melhor a representa, a burguesia, e sob os princípios do Liberalismo.



“Correspondendo aos anseios de poder da burguesia, que consolidava sua força econômica ante uma aristocracia em decadência, amparada no absolutismo monárquico, o liberalismo defendia: 1) a mais ampla liberdade individual; 2) a democracia representativa com separação e independência entre três poderes (executivo, legislativo e judiciário); 3) o direito inalienável a propriedade; 4) a livre iniciativa e a concorrência como princípios básicos capazes de harmonizar os interesses individuais e coletivos e gerar o progresso social. Segundo o princípio do laissez-faire, não há lugar para a ação econômica do Estado, que deve apenas garantir a livre concorrência entre as empresas e o direito a propriedade privada, quando esta for ameaçada por convulsões sociais. O pensamento econômico liberal constitui-se, a partir do século XVIII, no processo da Revolução Industrial, com autores como François Quesnay, estruturando-se como doutrina definitiva nos trabalhos de John Stuart Mill, Adam Smith, David Ricardo, Thomas Malthus, J. B. Say e F. Bastiat.” (SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia do Século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 486-7)



Os princípios do laissez-faire levam a uma política de livre-cambismo, a qual condena práticas mercantilistas, barreiras alfandegárias e o protecionismo. O Capitalismo, nesse momento, ainda não é o monopolista, mas as necessidades de expansão das potências européias em busca de novos mercados para a sua produção em larga escala e a concorrência com outras potências, faz com que estas tendam a agir na prática de forma diferente do seu discurso liberal. Grandes potências, como a Grã-Bretanha e a França, empreenderam uma expansão maciça e violenta por toda parte do globo (Ásia, America, Oceania etc) e, em especial, no continente africano, colonizando vastas regiões com uma política que nada tinha de liberdade e muito tinha de dependência econômica dessas regiões com esses centros de produção industrializados. Uma expansão política, militar e mercantil, que apesar de toda resistência dos africanos aos avanços destas potências, acabou dominando esse continente e desarticulando suas estruturas sociais, culturais, políticas, econômicas e étnicas, essa última gerando incontáveis conflitos que persistem até hoje, mesmo após os processos de descolonização da segunda metade do Século XX.



“A penetração ocidental e a partilha da África não seriam processos históricos jogados exclusivamente pelas potências européias. As forças políticas locais, organizadas de formas extremamente diferenciadas – da organização tribal dos hotentotes do Sudoeste Africano Alemão até o Império do Negus da Etiópia – reagiram, na medida dos seus meios, contra a conquista européia. Desde o final do século XIX até a década de 1970 (ou mesmo até os anos 90, se considerarmos o regime de apartheid uma decorrência do colonialismo ocidental) as populações africanas lutaram intensamente contra a dominação colonial.” (SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “Geopolítica da África (até 1945)”. In: ______ (Cord.). Enciclopédia de Guerras e Revoluções do Século XX: as grandes transformações do mundo contemporâneo. Rio de Janeiro: Campus, 2004, p.363)



A divisão do globo entre as principais potências do mundo e a expansão de um modo de produção e consumo capitalista leva a alterações também no próprio sistema capitalista. Em busca de maiores lucros e menores gastos, surge no bojo dessas conquistas e transformações tecnológicas incessantes, um tipo de capital diferente do até então vinculado e mais propenso às pretensões hegemônicas de uma parcela de países ditos “desenvolvidos” em relação aos chamados “países atrasados”: o capital financeiro, que é a fusão do capital industrial com o bancário. Este capital é bem mais rentável, pois, através de financiamentos das potências imperiais aos “países atrasados” - para a expansão de suas redes ferroviárias, de comunicação, etc - gera lucros exorbitantes aos países credores e uma dependência atroz aos “países” devedores. O capital financeiro vincula os “países atrasados” aos “desenvolvidos” de forma mais segura e coesa para os últimos, uma estratégia de dominação política e econômica mais favorável aos que assim viram os credores do mundo. Esse tipo de transformação na economia capitalista junto com a repartição do mundo em zonas de influência direta ou indireta de uma dada potência ou a efetiva colonização (colônias formais ou informais) é vista por alguns observadores da época (J. Hobson, V. Lenin, J. Schumpeter etc), salvo algumas diferenças teóricas, como uma nova forma de Imperialismo. Para Lenin, também é um estágio superior do Capitalismo, denominado de Capitalismo Monopolista - típico da segunda metade do século XIX.



“La libre competencia es la característica fundamental del capitalismo y de la producción mercantil em general; El monopólio es todo lo contrario de la libre competencia, pero esta ultima se va convertiendo ante nuestros ojos en monopólio, creando la gran producción, desplazando a la pequeña, remplazando la gran producción por outra todavía mayor y concentrando la producción y el capital hasta el punto que de su seno ha surgido y surge el monopólio: los cárteles, los consórcios, los trusts y, fusionándose con ellos, el capital de una docena escasa de bancos que manejan miles de millones. Y al mismo tiempo, los monopolios, que surgen de la libre competencia, no la eliminan, sino que existen por encima de Ella y al lado de Ella, dando origen así a contradiciones, roces y conflictos particularmente agudos y bruscos. El monopólio es el tránsito del capitalismo a um régimen superior. (...) Si fuera necesario dar uma defenición lo más breve posible del imperialismo, debería decirse que el imperialismo es la fase monopolista del capitalismo. Esa definición comprendería lo principal, pues, por uma parte, el capital financeiro es el capital bancário de algunos grandes bancos monopolistas fundido con el capital de las alianzas monopolistas de los industriales y, por otra, el reparto del mundo es el tránsito de la política colonial, que se extiende sin obstáculos a las regiones todavia no conquistadas por ninguna potencia capitalista, a la política colonial de dominación monopolista de los territórios del globo enteramente repartido.” (LENIN, V. “El Imperialismo, fase superior del Capitalismo”. In: ______. La lucha de los pueblos de las colônias y países dependientes contra el imperialismo. Moscú: Editorial Progresso, ?, p. 186)



Além das questões propriamente econômicas vinculadas à expansão imperialista, outras motivações também levaram grandes contingentes populacionais às regiões colonizadas. Exploradores, cientistas, missionários e homens de toda espécie buscavam novas possibilidades de vida fora de seus países, onde muitos eram solapados pela concentração de capital, riqueza e status nas mãos de poucos, mesmo dentro dos próprios países ditos “desenvolvidos”. Muitos missionários tinham, realmente, a intenção de levar a fé cristã aos povos ditos “bárbaros”, embora, essa fosse uma atitude extremamente etnocêntrica e preconceituosa acreditar que sua cultura e religião são superiores e melhores que as outras. E mesmo esses missionários não tinham como fugir do pano de fundo da expansão do Capitalismo Monopolista nessas regiões, pois, muitas das rotas e lugares remotos que eles abriram serviram de caminho para a inserção de políticas públicas e privadas das potências que ocupavam as vastas regiões do mundo colonizado no final do século XIX, mais precisamente, na África e na Ásia.



“ (...) a passagem de uma expansão “espontânea” – comandada por grandes colonizadores, pioneiros da colonização e exploradores (Mungo Park, René Caillé, Brazza), missionários (Livingstone) e empresas coloniais, com esporádicas intervenções políticas e militares – a uma política deliberada que levará à constituição de Impérios e a uma nova partilha do mundo, deve ser compreendida à luz das próprias transformações por que passava o próprio capitalismo.” (LINHARES, Maria Yedda. “Em face do Imperialismo e do Colonialismo”. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Impérios na História. São Paulo: Elsevier/Campus, 2009, p.236-7)



O século XIX foi marcado por um intenso desenvolvimento tecnológico e científico nos países industrializados da Europa e, contudo, muitos começaram a ver seu poderio desenvolvimentista como algo superior e mais avançado em relação aos povos que ainda viviam em moldes civilizacionais diferentes dos padrões estipulados pelos europeus como “desenvolvido” e “civilizado”. Um dos discursos em voga naquele século era o da posição dos países europeus como detentores do “progresso” e da “missão civilizatória” que deveriam ser empreendidos nas regiões mais remotas do globo.

“Aos poucos, conforme se chega ao último quartel do século XIX, o romantismo cede lugar ao realismo, e a exploração e a colonização se tornam cada vez mais vinculadas a interesses nacionais bastante concretos. Os diferentes tipos sociais diretamente envolvidos no processo de expansão colonial proclamam em claves diferentes os pressupostos da ideologia que parece conferir a todos e cada um deles uma legitimidade inconteste: a missão civilizadora em nome de um progresso que justifica por si só a livre exploração de todas as riquezas naturais. Assim, a ambição sem limites, a busca de lucro, a convicção da superioridade da cultura (cristã ocidental) sobre tudo aquilo que se apresenta como barbárie e atraso, não apenas permitem mas impõem como dever de consciência a tarefa civilizacional, a difícil missão a cumprir mesmo à custa da resistência de seus supostos beneficiários, ou seja, a dura realidade que constitui ‘o fardo do homem branco’.” (FALCON, Francisco José Calazans. “Os Impérios na Época do Imperialismo”. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Impérios na História. São Paulo: Elsevier/Campus, 2009, p.200)

As potências européias que invadiram e dominaram populações e continentes inteiros (como o africano) pouco se interessaram em entender a lógica de organização daquelas sociedades e apenas buscaram expandir seus domínios e angariar lucros exorbitantes como os advindos da descoberta de minerais na África do Sul – o ouro e o diamante. Utilizaram, ao longo do processo de colonização, discursos racistas que legitimavam a presença desses como nação mais avançada e determinada pela sua própria “natureza” a ser preponderante nos espaços que invadiam e dominavam. Era a lógica natural das espécies: os fortes vencem os mais fracos, conforme as teorias de Darwin sobre a evolução das espécies, e que será argutamente transpassada para uma lógica social entre os humanos. O chamado “Darwinismo Social” foi uma das molas mestras da legitimação da conquista de outros territórios do globo, vistos como “bárbaros” ou “atrasados” pelos países “desenvolvidos”, mais precisamente, os europeus.



“As teorias raciais vinham no momento oportuno para justificar as ambições políticas e estratégicas internacionais, para apoiar as ambições econômicas ultramarinas, promessas de investimentos e de lucros, e para dar um novo impulso à ação missionária encarregada de civilizar os pagãos cristianizando-os. Teorias, interesses e ambições se conjugaram para promover a conclusão da partilha da África e a dominação dos povos da Ásia e do Pacífico. A inter-relação entre a ciência, o pensamento científico e a expansão imperialista se impôs (...)” (COQUERY-VIDROVITCH, Catherine. “O Postulado da Superioridade Branca e da Inferioridade Negra”. In: FERRO, Marc (org.). O livro negro do Colonialismo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004, p.773)



Em 1884, o Congresso de Berlim oficializou a partilha da África, reconhecendo assim, a nova fase de desenvolvimento imperialista das potências, majoritariamente, européias. As disputas entre as potências imperiais, no entanto, não cessaria. E a conseqüência de tamanha ganância por domínio e poder foi a eclosão da I Grande Guerra Mundial. Para Hobsbawn (2009:19), é importante desmitificar essa era dos impérios, pois, para muitos ela é tratada apenas como a belle époque ou a era de ouro da burguesia e das classes médias e altas com suas conquistas territoriais, status imperiais etc. Acabamos mascarando o quanto desse passado talvez ainda viva em nós, não só no seu viés positivo, mas também nas suas implicações negativas, por exemplo, os preconceitos raciais arraigados na sociedade ocidental.

Considerações Finais

O artigo apresentou alguns aspectos do que se convencionou chamar de um novo Imperialismo no Século XIX. Novo, no sentido de ter bases econômicas, políticas e sociais muito distintas dos antigos impérios conhecidos pela História. O Imperialismo que surge no século XIX tem como sua marca indelével a presença de duas transformações no cenário mundial, a chamada “dupla revolução”, ou seja, a presença de ideários liberais advindos da Revolução Franco-Americana e um modo de produção capitalista em ascensão oriundo da Revolução Industrial. Estes dois processos combinados dão aos países em desenvolvimento e à burguesia que lá nascia o arcabouço teórico e prático necessário à expansão de seus domínios e valores pelo mundo. A expansão territorial e a partilha do mundo em zonas de influência política e econômica e/ou a colonização efetiva de vastas regiões no globo, em especial o continente Africano, serão pontos chaves nas práticas imperialistas das potências industrializadas de então. Como pano de fundo do Imperialismo, temos as transformações na economia capitalista, aos poucos modificada para uma economia capitalista monopolista em contradição com suas primeiras teorias liberais. A ganância por lucros cada vez maiores, a concentração do capital nas mãos de poucos e a expansão colonial acentuaram as rivalidades entre as potências imperiais, culminando com um grande conflito no início do século XX – a eclosão da I Grande Guerra Mundial.

Referências Bibliográficas

Fontes Primárias
LENIN, V. “El Imperialismo, fase superior del Capitalismo”. In: ______. La lucha de los pueblos de las colônias y países dependientes contra el imperialismo. Moscú: Editorial Progresso, ?.

Bibliografia
COQUERY-VIDROVITCH, Catherine. “O Postulado da Superioridade Branca e da Inferioridade Negra”. In: FERRO, Marc (org.). O livro negro do Colonialismo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

FALCON, Francisco José Calazans. “Os Impérios na Época do Imperialismo”. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Impérios na História. São Paulo: Elsevier/Campus, 2009.

FERNANDO, Pessoa. O eu profundo e os outros eus. Rio de Janeiro: Pocket Ouro, 2008.

HOBSBAWN, Eric J. A Era dos Impérios, 1875 -1914. Sao Paulo: Paz e Terra, 2009.

LINHARES, Maria Yedda. “Em face do Imperialismo e do Colonialismo”. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Impérios na História. São Paulo: Elsevier/Campus, 2009.

SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia do Século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008.

SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “Geopolítica da África (até 1945)”. In: ______ (Cord.). Enciclopédia de Guerras e Revoluções do Século XX: as grandes transformações do mundo contemporâneo. Rio de Janeiro: Campus, 2004.



BANDEIRA, Adriana Jordão de Souza. O Imperialismo no século XIX. Revista Eletrônica Boletim do TEMPO, Ano 5, Nº30, Rio, 2010 [ISSN 1981-3384]

 

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